Banco de dados x Banco de fatos

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Durante muitos e muitos anos o Marketing brigou muito para ter um ótimo banco de dados de seus clientes. Esta era a grande meta. Conhecer o nome, endereço, telefone. Se soubesse ainda a condição social, data de nascimento, escolaridade, BINGO! Perfeito. O Marketing já possuia todas as informações possíveis e imaginárias dos clientes e dai até enviar uma mensagem direta que gerasse uma venda era um caminho muito rápido.

Na prática não era bem assim mas, convenhamos, muitos se utilizaram desta estratégia e cresceram com ela.

Ela serviu a milhares de empresas e deu fama a centenas de marqueteiros. Não é uma crítica não. Longe disto. Apenas uma constatação de um momento da nossa história.

Isto ainda dá resultado?

Aqui é o X da questão e a resposta é: com estes dados apenas a chance de sucesso é muito pequena. Quase nula.

Já escrevi aqui neste espaço que o mundo mudou. Passamos de uma Era de Mudanças para uma Mudança de Era. Não dá mais para ser mais ou menos ou quase em nada. Precisamos ser absolutamente assertivos e enviar a mensagem correta sempre.

Na Jeenga temos um lema. A Mensagem certa. Na hora certa. Para a pessoa certa.

Sabendo apenas o nome, endereço, telefone, a chance de não dar certo é enorme.

Pensem comigo. Vamos “inventar” um pequeno exemplo.

Ana Maria e Mariana são gêmeas, portanto tem a mesma idade, nasceram no mesmo local (é obvio), moraram durante mais de 20 anos juntas, estudaram na mesma escola, frequentaram durante muitos anos os mesmos ambientes e tiveram hábitos de consumo muito parecidos.

Num determinado momento de suas vidas, ambas foram estudar fora. Ana Maria foi estudar engenharia. Mariana direito. Formaram-se.

Hoje aos 27 anos Ana Maria continua morando na casa dos pais, trabalha num numa empresa de engenharia, virou ciclista, praticante fervorosa de mountain bike e triatlon. Esta solteira e não pretende se casar. Adora viajar e vive comprando coisas que atendam e melhorem ainda mais a sua performance esportiva.

Mariana ainda quando estava terminando a faculdade, se casou. Teve um casal de gêmeos ambos agora com 2 anos de idade. Comprou um pequeno apartamento próximo da casa de seus pais. Infelizmente o casamento não foi adiante e acabou por se divorciar. Trabalha como advogada autônoma. Adora cuidar dos filhos e tem como único hobby, cozinhar. Adora cachorros. Tem 2 em casa. Maldades à parte, engordou muito.

Pergunto: qual a chance de uma empresa qualquer conseguir impactar com uma única mensagem estas duas pessoas que tem a mesma idade, moram no mesmo bairro, são de classes sociais parecidas e tiveram durante muitos e muitos anos um estilo de vida similar?

Faz sentido este exemplo?

É DISTO QUE ESTAMOS FALANDO. Não basta mais apenas um banco de dados. É PRECISO UM BANCO DE FATOS.

A palavra que faz toda a diferença é SINCRONICIDADE. A sua empresa estar em sincronia com os fatos que acontecem com os seus clientes ou prospects é que faz toda a diferença.

Iniciar a prática esportiva, ter um filho, mudar de casa, casar, divorciar, comprar um carro, uma moto, uma cachorro, um gato , virar vegetariano, e mais um monte de coisas que denotam um estilo de vida é que faz a diferença.

Vocês podem perguntar: Mas não foi sempre assim?

Sem querer ficar em “cima do muro”, posso afirmar que sim e não.

Sim é verdade. Só que até bem pouco tempo atrás (10, 20 anos) a comunicação era muito mais generalista e a grande maioria das pessoas, por falta de opção talvez, consumia o que lhes era fornecido e milhares e milhares de mensagens eram absorvidas por nós sem que tivéssemos nenhum interesse em determinado assunto, porém elas chegavam até nós sem filtro e a consumíamos.

Hoje é muito diferente. Cada pessoa consome a mensagem que quer consumir. Tudo é fragmentado e você pode viver “ao lado” de algo muito famoso e “importante” e nunca ter ouvido falar naquilo.

Vou dar um exemplo. Em Junho deste ano faleceu um cantor sertanejo após um acidente de carro. Se você sabe quem é, já lembrou. Se não sabe, continua sem saber. O nome dele era Cristiano Araujo. Saiu na capa de todos os jornais, portais de internet, TV, rádio, etc.

Milhares de fãs choraram muito e sentiram demais a sua falta. Com todo o respeito que o exemplo merece. Eu nunca tinha ouvido falar nele. Jamais em tempo algum escutei ou vi qualquer foto ou vídeo deste cantor. Quando ele morreu fiquei estupefato ao ver tantas e tantas pessoas emocionadas e cantando suas músicas.

Recordo que comentei com alguns amigos a minha total ignorância com relação à fama do cantor. Percebi que não era só eu. Nenhum amigo ou pessoa próxima a mim jamais tinha ouvido falar nele. Só uma curiosidade. Para escrever este post, eu fui procurar no google o nome do tal cantor pois já não lembrava mais.

Tá, mas e dai? Dai que a mensagem tem que ser exata. Não dá mais para saber só o nome, telefone. Precisamos acompanhar toda a jornada do cliente se realmente o quisermos impactar.

A grande vantagem é que agora nesta nova Era, a tecnologia está a nosso favor e conseguimos “perseguir” o nosso cliente de modo a entender como ele pode e deve ser impactado, da mesma forma que conseguimos entender quem não é nosso alvo e portanto não investimos esforços nele pois a possibilidade de conversão é quase nula.

Precisamos desenvolver ações sincrônicas com o momento do consumidor em relação à marca. Dar a ele conteúdo de qualidade. Fazer uma abordagem que realmente possa lhe interessar. Exclusiva. Única. Pertinente.

É fácil fazer isto? Não diria que é fácil mas é possível e mais, é obrigatório se quiser ter sucesso.

O profissional de marketing hoje em dia precisa necessariamente enviar mensagens relevantes para a vida do seu consumidor. Ele não tem tempo e nem paciência para ver qualquer mensagem. Ele só vai olhar algo que realmente lhe interesse.

Este é o grande desafio.

Saiba como podemos lhe ajudar nesta jornada. Temos certeza de que com a ferramenta correta da Jeenga aliado a sua estratégia, a possibilidade de sucesso é enorme. Pode contar com a gente.

Jeenga

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