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CEO: Como chegar a esse cargo?

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Responsável por executar as diretrizes propostas pelo Conselho de Administração por meio de estratégias a fim de conduzir a visão de sua empresa, o CEO (Chief Executive Officer), ou em português, Diretor Executivo, desempenha, se não o mais, um dos mais importantes papeis de uma empresa, por isso está no topo da hierarquia operacional dela. Lidera O termo está cada vez mais se popularizando, não precisando mais a tradução para que seu significado seja compreendido.

Que o mundo está dinâmico, instantâneo, cada vez mais consciente e necessitando de boas ideias, isso é indiscutível. Os CEOs necessitam se encaixar nesse quadro atual e, assim,  obter o sucesso da empresa.

Tobias Dezordi Pereira, líder de vendas de serviços para CALA na área de Integração de Sistemas e Operações da Amdocs, cedeu uma entrevista ao site Administradores, na qual falou sobre as características necessárias e as expectativas que o mercado espera desse profissional na próxima década.

“O típico CEO já trabalhou em diversos países ou até regiões, já ocupou pelo menos três cargos diferentes em sua empresa atual, e espera-se que ele traga mais valor à sua organização através de ideias e estratégias. A diversidade profissional poderá não ser, porém, suficiente para que ele seja eficaz em 2020. A pesquisa constatou que a maioria dos executivos seniores na América Latina (75%) acreditam que os estilos atuais de gestão dos CEOs precisarão mudar para que eles continuem a ter sucesso daqui a cinco anos.

Ou seja, o que torna um CEO bem-sucedido hoje não será mais a receita para atender às necessidades futuras. O setor acredita que serão necessários estilos de colaboração para permitir que as operadoras ganhem escala no futuro. Isto implica afastar-se dos estilos de hoje (estabelecer o ritmo e comandar), segundo os quais se espera que o CEO tenha um roteiro claro de para onde a empresa está indo e a conduza para lá através de exemplos, adotando em seu lugar o coaching, que valoriza a contribuição dos outros, ligando os objetivos dos indivíduos aos da organização.

As três principais barreiras ao sucesso do CEO até 2020 serão a “falta de estratégia clara”, a “incapacidade de executar as mudanças” e a “falta de pessoal qualificado”. Portanto, é surpreendente que os executivos seniores da região planejem investir em estratégias de terceirização para complementar os recursos internos com o propósito de apoiar as necessidades de investimento em inovação. Em 2020, os CEOs da América Latina estarão mais propensos a investir em:

1º lugar: Serviços em nuvem
2º lugar: Experiência do cliente e operações multicanal
3º lugar: Análises de big data

O ano de 2020 está situado em um futuro próximo e este estudo sugere que a atual geração de executivos seniores já esteja pensando em suas necessidades para a manutenção da liderança no setor. Esperando ser desafiadas em 2020 pelo rápido transformar de boas ideias em resultados concretos, as operadoras acreditam que os CEOs necessitarão de uma variedade de habilidades e de uma abordagem colaborativa para a inovação e os negócios, e planejam recorrer a especialistas e recursos externos, tais como serviços profissionais e terceirização de fornecedores, como uma maneira de romper os gargalos da inovação.

No Novo Mundo da Experiência do Cliente (The New World of Customer ExperienceTM) os clientes esperam ser inspirados e animados por um constante fluxo de novos serviços entregues de forma inteligente através da personalização e contextualização, e moldados por uma qualidade dinâmica da experiência, independentemente do dispositivo ou da rede. E tudo isso precisa ser feito de uma maneira que acelere valor de negócio à operadora, diminuindo o tempo para o início da comercialização, otimizando os processos de negócios e reduzindo custos. Enquanto os players continuam a se consolidar, a inovação é cada vez mais desafiada pela complexidade dos sistemas back-end, que afeta a capacidade das operadoras de atender às expectativas dos clientes.”

Confira a matéria inteira aqui: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/como-sera-o-ceo-do-futuro/102526/

 

Dinâmico, antenado, engajado, inovador, viajado, sustentável,… São tantas as características que esse profissional já precisa, e precisará mais ainda no futuro, para se destacar, que é impossível dizer que o CEO não precisa ser um profissional completo para se destacar.

CEO da Strategy Parttners, empresa de consultoria em estratégia corporativa, Daniel Domeneghetti, diz que, muitas vezes, o cargo é mal compreendido e executado e divide em quatro as funções que o este exige do profissional: Estrategista, gestor, evangelizador –já que transmite e estratégia e é um líder para seus funcionários- e networker.

Demanda tempo, investimento pessoal, acúmulo de experiências, entre tantas outras exigências, mas, com certeza, esse profissional manifesta desde cedo indícios de que quer ser grande no mercado de trabalho. Normalmente é nomeado CEO antes de atingir os 50 anos, mas a média de atuação profissional é de 16 anos em diferentes cargos.

A Jeenga confirma que: chegar ao topo nunca foi fácil e está cada vez mais desafiador.

 

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