Se você leu o e-book sobre Inbound Marketing deve ter percebido que as grandes empresas mundiais estão começando um movimento muito interessante de conquistar novos contatos dando para eles algo que valorizem. Geralmente falamos de algum conteúdo inovador e bem embasado que as pessoas estejam dispostas a trocar seu contato por essas informações.

Mas aí você se pergunta: “Porque fazer isso?”

Acontece que as empresas entenderam que envolve muito desperdício de energia e dinheiro tentar falar com um número gigantesco de pessoas que na maioria das vezes não está minimamente interessada no produto ou serviço ofertado. Seja por anúncios na televisão, rádio, revistas e até Google, o valor investido é muito alto para uma conversão pequena.

Seria muito bom poder ofertar seus produtos somente para aqueles que realmente já apresentam, pelo menos, interesse pelo seu produto ou serviço, não é mesmo?! Foi aí que surgiu o conceito de listas.

Listas não são nada mais que “super segmentações” de contatos.

Frequentando cursos sobre marketing digital lembro de ouvir a frase do Hugo Rocha: “O segredo do sucesso nos negócios eu não sei, mas o do fracasso é querer agradar a todo mundo”. Perfeito. Quanto mais segmentado, mais você vai saber os problemas do seu público e vai poder solucioná-los.

Para dar um exemplo, é muito mais fácil para mim falar de negócios e marketing digital com você que faz parte da minha lista do que com qualquer outra pessoa que não conheça os conceitos e na verdade nunca nem se preocupou em encontrar maneiras de conquistar novos clientes e converter mais.

Um contato que faz parte da sua lista e que acompanha o conteúdo que você manda tem uma tendência muito maior de converter, porque ele entende o que te move, entende a razão por trás do seu produto/serviço. E mesmo que não venha a comprar, ele pode ser um forte aliado para sempre que vai indicar seus produtos para outras pessoas que passam pelos mesmos problemas.

Criando listas cada vez mais segmentadas, suas mensagens passam a ser bem vindas e, muitas vezes, até esperadas com anseio. Que sonho. Muito melhor que gastar milhares de reais para uma página em uma revista que vai ficar fechada em cima de uma mesa e o pior: rodeada de concorrentes.

O canal mais utilizado é o e-mail, por ser mais barato e fácil das pessoas acessarem em qualquer lugar, mas as mensagens de texto para o celular e até mala direta são muito bem vindas.

Quando falamos de relacionamento com Listas comparamos a uma venda personalizada e não a uma feira que vence quem tem o melhor preço e grita mais alto.

Esse é um erro crasso que muitas empresas (inclusive algumas grandes) cometem. Assim que alguém te dá o seu contato de e-mail, você precisa entender essa atitude como uma demonstração de confiança que não pode ser quebrada. Por isso evite ao máximo aqueles e-mail marketing que mais parecem grandes tabloides, cheios de ofertas. A menos que as pessoas na sua lista estejam realmente interessadas nisso, esses e-mails vão direto para a lixeira, junto com a sua credibilidade.

Ao construir listas você ganha fortes aliados dispostos a te defender e, para que isso aconteça, você precisa criar um relacionamento com ela. Mas isso é assunto para o próximo e-mail.

Abraço!!!

cta_Jeenga